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Conheça a história da mamãe Andréia




Olá! Meu nome é Andréia, tenho 36 anos, sou psicóloga e mãe de 2 meninos, Eduardo (4) e Igor (17) e esposa do Fabio.

Decidimos que no ano de 2015 teríamos mais uma e última gravidez. Planejamos o mês de interromper o anticoncepcional, sendo feito isso em fevereiro. Fiz todos os exames necessários para avaliar a possibilidade de engravidar e comecei a tomar ácido fólico. O médico nos “liberou” e então começamos a imaginar quando conseguiríamos e como seria a reação do caçula. Em julho deste ano fizemos uma viagem de moto à Campo Grande, já pensando que provavelmente seria a última do ano.

Em agosto, sentindo muita tontura e náuseas, resolvi fazer um teste de farmácia, sendo que em menos de 1 minuto já conseguia ver o resultado indicando positivo. Acordei meu marido um tanto eufórica, ele ficou sem reação, mesmo que já estávamos planejando. Achamos melhor fazer um Beta HCG. Acompanhada dos filhos e do marido, fomos buscar o resultado: 230.000 mUI/mL POSITIVO. Ficamos muito felizes e o Eduardo não estava entendendo ao certo, até que dissemos que a mamãe estava grávida e que ele teria um irmãozinho ou irmãzinha, ele ficou muito contente.

Meu marido resolveu colocar uma mensagem nas redes sociais para contar a noticia e o retorno dos amigos e familiares foi rápido. Todos desejando inúmeras mensagens positivas e ligando para nos parabenizar. Outros questionavam se a terceira gravidez havia sido planejada ou fomos pegos de surpresa. Alguns comentavam que eu era corajosa e coisas do tipo.

Na primeira consulta do obstetra fui orientada a fazer uso de um medicamento para leves cólicas que sentia e a não fazer esforços, também suspendeu exercícios físicos no início. Os enjoos começaram com frequência, assim como outros sintomas de prisão de ventre, cansaço, antes não experimentados nas outras gestações. No primeiro ultrassom fui sozinha, batimentos cardíacos e medidas tudo dentro do esperado para 7 semanas.



Os sintomas se intensificaram juntamente com o sono. A barriga começou a crescer muito rapidamente, e eu estava me sentindo “gorda” para uma grávida de 2 meses. Procurava usar roupas escuras e que não marcasse a barriga, até com uma certa vergonha de responder quando questionada, que aquele tamanho todo eram só de algumas semanas.

No terceiro mês foi solicitado o ultrassom de translucência nucal, onde avaliam o acúmulo de líquido na nuca do feto, averiguando algum problema ou não. Fomos eu, marido e Eduardo para o tal exame. Dudu iria ver pela primeira vez um bebe na barriga da mamãe. Comentei com a médica, logo de início que minha barriga estava mais para 5 do que 3 meses, já justificando o tamanho. Eis que vem a notícia: estava esperando 2 bebês, ou seja, gravidez gemelar!

Na hora tampei os olhos com as mãos e comecei a dizer “não acredito, meu Deus” repetidamente. Ao olhar para o lado, meu marido estava pálido e começou a questionar a médica se o exame estava correto. A médica vendo nosso desespero, começou a dizer que chamaria o da frente de feto A e o de trás de feto B e iniciou as medidas. Nem consegui prestar mais atenção, parecia que estava passando um filme na tela.

No final, questionei sobre como havia acontecido e ela explicou que após fecundar, o óvulo se dividiu em dois e que, portanto, seriam univitelinos. Ela voltou a passar o aparelho em minha barriga e disse sozinha “não tem nem uma pontinha no meio das pernas desse, nem desse, supostamente terão duas meninas idênticas”. Aí veio uma mistura de medo, choro e risos.

Saímos do laboratório sem rumo, decidimos ir ao trabalho do Fábio contar para a sogra a noticia, durante o percurso, liguei para minha mãe que reside em Campo Mourão e a reação dela foi de alegria, vibrava ao telefone e ao mesmo tempo se preocupou, pois não sabia se eu estava rindo ou chorando. Meu filho mais velho também avisei por telefone, já que estava na aula de inglês, e a primeira coisa que ouvi foi um “para de zuar, mãe”.

Ao ver nossa expressão de assustados, e com os olhos lacrimejando, minha sogra ficou preocupada, pois sabia que havíamos feito o exame, mas ao saber que seria avó de gêmeas. Nunca imaginei que essa noticia causaria tanta emoção nas pessoas. Os demais familiares ficaram sabendo por telefone ou redes sociais e alguns chegaram a ligar no final do dia, ainda esperando ser mais uma brincadeira do Fábio. Ainda hoje, um pouco mais calma, me surpreendo com a reação de quem recebe essa informação. Alguns questionam se mudaremos de casa, de carro, de planeta, mas a verdade é que nosso coração é imenso e amaremos essas crianças independente do espaço físico. Agora aceito mais minha grande barriga e espero poder repassar esse sentimento único a todos vocês mês a mês.
Postado por Emma Fiorezi | 24 de Novembro de 2015
Tags: primeiros meses de gravidez
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Terceiro mês de gestação




Olá minhas queridas leitoras! Estou no terceiro mês de gestação, o término do primeiro trimestre. Confesso a vocês que aquele “medinho” estava me acompanhando até esse terceiro mês. Claro que todos os dias peço a Deus para proteger meu bebê e que minha gestação continue dessa forma MARAVILHOSA.

Meu obstetra disse em uma das minhas consultas que estava me preocupando demais, mas pergunto a vocês: qual mãe não se preocupa com seu filho? Afinal, vejo meu bebê somente uma vez por mês no ultrassom e cada ultrassom é uma felicidade sem tamanho.

Neste mês estava mais ansiosa, iria fazer o exame de transluscência nucal. O médico explicou que o principal objetivo é ajudar a detectar risco de síndrome de Down e outras anomalias cromossômicas. Ouvimos tantas coisas quando estamos grávidas e como tudo é novo, acabamos dando alguma importância as coisas bobas.

No dia do exame minha cunhada foi participar desse momento especial, minha sogra ofereceu seu lugar ao lado do meu marido porque poderia entrar apenas dois acompanhantes. O exame foi tranquilo, meu bebê já estava bem maior com 63 mm, o batimento cardíaco 166 bpm, conseguimos ver o narizinho, as perninhas, os bracinhos, o estômago a bexiga e a prega nucal estava bem fininha. Tudo estava perfeito. Que emoção, mas não conseguimos ver o sexo, meu bebê fechou as perninhas e a médica nem quis arriscar um palpite.

Os enjoos melhoraram! É verdade futuras mamães, quando entramos no terceiro mês de gestação tudo fica melhor, temos mais disposição para tudo. Quanto ao sono, meu marido vive brincando que onde encosto eu durmo, já cochilei umas três vezes enquanto estou escrevendo paraa vocês. hahaha!



Engordei uns quilinhos nesse mês e já estou usando roupas que acomodam o meu corpo. Não consigo comer doce, e eu que adoro doces, espero que essa vontade volte logo.
 
Mês que vem vamos descobrir o sexo do meu amor maior, ANSIOSISSÍMA! Aguardem!
 
Grande beijo
com carinho  Esther
Postado por Emma Fiorezi | 23 de Outubro de 2015
Tags: terceiro mês de gravidez
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Terceiro mês de gestação




Oi meninas! Estou chegando ao final do primeiro trimestre! Que alegria completar a primeira etapa de um ciclo tão belo...

Ao completar o terceiro mês, junto com ele vem um mix de sensações e sentimentos novos. Os enjoos diminuem, a apetite aumenta (muita calma nessa hora, rs), o choro diminui (bem pouco!), mas a ansiedade.... Ahhhh! Essa só aumenta! Isso, no meu caso, se dá pelo exame de translucência nucal.

Quando somos profissionais da saúde e conhecemos um pouquinho, ficamos ainda mais ansiosas para ter certeza de que o bebê está se desenvolvendo bem, logo o exame é crucial. Com ele sabemos se há alguma doença sindrômica, principalmente a Síndrome de Down. O médico mede o tamanho da prega da nuca do bebê e quanto mais fina, menor a chance dele ter alguma alteração.

Então vocês imaginam como fui pra consulta, né? Quase “comendo os dedos” de tamanha a ansiedade (hahaha!). Graças a Deus meu bebezinho está lindo e perfeito. Conseguimos visualizar o estômago, bexiga e o sistema nervoso central em formação, a prega nucal está bem fininha. Ah, que delícia ouvir isso! Soa como música pra mamãe aqui.

Quando menos esperávamos o pequeno bate palmas durante a ultrassonografia, foi realmente emocionante! O médico, que já me acompanha desde a gestação anterior, me conhece muito bem. Passeando com o cabeçote na minha barriga diz: Se fosse para eu dar um palpite, diria que o Enrico terá um companheiro para o futebol dele, mas certeza mesmo só no próximo exame que definirá o sexo!

São duas grandes alegrias para um dia só! Saber que estamos bem e que terei, possivelmente, mais um príncipe em minha casa é realmente maravilhoso. A natureza é divina, sentir todo esse desenvolvimento dentro de você é um presente mágico! No próximo mês saberemos se teremos um menino ou menina! Muito obrigada pelo carinho que tenho recebido de vocês e até o próximo mês!



Dani veste:
Camisa 141513101
Shorts 141509701
Postado por Emma Fiorezi | 30 de Abril de 2015
Tags: terceiro mês de gestação, diário de mãe, danielle cenerini
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