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Dicas

Agosto Dourado e a importância da amamentação - Emma Fiorezi

Publicado em 19.04.2023 |
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Você sabia? A primeira semana de agosto é considerada a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Por ser uma data tão importante, todo mês de agosto passou a ser dedicado a divulgar e incentivar a amamentação por meio da campanha do Agosto Dourado, que acontece anualmente em mais de 120 países. 

O nome “dourado” foi escolhido porque o leite materno é considerado um alimento de ouro pela Organização Mundial da Saúde (OMS). 

E como a amamentação é tão importante, nós da Emma Fiorezi decidimos trazer um conteúdo completo e atemporal para todas as futuras mamães e redes de apoio. Vamos começar?

Qual o objetivo do agosto dourado?

A campanha incentiva a amamentação como única fonte de alimento nos primeiros meses de nascimento. 

Ela é importante porque, apesar da importância da amamentação ser conhecida, muitos recém-nascidos passam pela introdução alimentar precocemente, sendo dado outros alimentos, como chás e papinhas, por exemplo. 

Segundo o Sistema Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), apenas 45,7% dos bebês de até seis meses de vida estão sendo alimentados, exclusivamente, com o leite materno.

Isso demonstra a necessidade de movimentos que chamem a atenção e informem toda a sociedade sobre a importância da amamentação, assim como o Manifesto de Peito Aberto criado pela Emma Fiorezi. 

Afinal, o leite materno garante todos os nutrientes que o neném precisa, e a amamentação ainda diminui as chances de a mãe desenvolver câncer de mama. Pensando nisso, também trouxemos mais sobre o leite materno!

Qual é o dia oficial do Agosto Dourado?

Não tem um dia específico, mas uma semana. Então, do dia 1 de agosto até o dia 7 é considerada a Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM) e, com isso, há a campanha mensal do Agosto Dourado, para espalhar informações para as mães e as redes de apoio.

Quem criou a campanha Agosto Dourado?

Para promover e incentivar o leite materno como alimento exclusivo até o sexto mês de vida, a OMS, em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), criou a Campanha Agosto Dourado, que promove ações de incentivo ao aleitamento materno em todo o mundo.

Qual a importância do leite materno para os recém-nascidos?

A relação entre mãe e bebê é algo muito especial, que extrapola tudo o que se conhece. Depois de tantos meses gerando uma vida, a mulher ainda produz o alimento essencial para seu filho. 

O leite materno é personalizado: o corpo da mãe consegue identificar as necessidades do bebê pela sua saliva e usar essa informação para enriquecer o leite com todos os nutrientes e anticorpos que ele precisa.

Esse é um dos motivos de o colostro, o primeiro leite produzido pela mãe, ser tão especial. Apesar de ter um aspecto físico diferente, ele é muito importante. A maioria dos pediatras considera que a primeira amamentação é, também, a primeira vacina. 

É que essa bebida é rica em nutrientes, contém baixo teor de gordura, com um papel fundamental no desenvolvimento do sistema imunológico do recém-nascido, inclusive com a transmissão de anticorpos da covid-19.

Além disso, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNICEF, reforça que a amamentação na primeira hora após o nascimento reduz a mortalidade neonatal, que ocorre entre o primeiro e o 28° dia após o nascimento. 

Apesar de todos esses benefícios, é importante lembrar que existem casos especiais na qual a mãe não deve amamentar seu bebê. Isso acontece quando ela é portadora de doenças, como a Hepatite C e o vírus HIV, ou usuária de drogas e entorpecentes, casos em que é necessária uma avaliação médica.

Confira também: O que uma consultora de amamentação faz?

As mães devem amamentar os seus bebês até qual idade?

Segundo a UNICEF e a OMS, o leite materno deve ser oferecido como única fonte de alimento ao bebê até os seis meses e, de forma complementar, até os dois anos.

A alimentação da mãe também influencia na produção do leite? 

Sim e não. A qualidade da saúde materna é essencial para a saúde do bebê, afinal, ela será a fonte de vida e alimento nos primeiros meses e uma fonte complementar no primeiro ano de vida. 

Então, mamães não devem fazer dietas restritivas ou passar fome, muito pelo contrário, precisam manter uma alimentação saudável.

Mesmo assim, não há nenhuma comprovação científica de que a alimentação influencia a quantidade de amamentação.

O que fazer quando a mãe sente desconforto ou dores no momento da amamentação?

É normal que na primeira semana a mamãe sinta dores nos peitos durante a amamentação, afinal, é algo que o corpo dela não estava acostumado. Entretanto, se as dores continuarem, é preciso procurar a orientação de um médico, para conseguir lidar melhor com a situação. 

Alguns casos, é possível criar machucados, esses podem ser porta de entrada para infecções. Algumas das causas para a dor prolongada durante a amamentação podem ser:

  • Posição incorreta do bebê na hora de mamar;
  • Pega incorreta do bebê na hora de mamar;
  • Mamilos curtos, planos ou invertidos;
  • Disfunção oral do bebê;
  • Freio de língua muito curto;
  • Sucção não nutritiva por muito tempo;
  • Uso incorreto de bombas de extração de leite;
  • Interrupção inadequada da sucção quando precisa retirá-lo do peito;
  • Aplicação de cremes e óleos causadores de reações alérgicas;
  • Uso de protetores de mamilo inadequados;
  • Exposição muito longa a forros úmidos.

Por isso, tome cuidado com os pontos citados acima e busque a ajuda de um profissional da saúde qualificado! Confira também o nosso post sobre as posições para amamentação, que vai te ajudar muito a melhorar esse momento entre mamãe e bebê!

Manifesto de Peito Aberto e a importância da rede de apoio

Para contribuir com a importante campanha do Agosto Dourado, a Emma Fiorezi criou o Manifesto de Peito Aberto. Uma campanha que visa incentivar a amamentação. Além de ser uma demonstração de amor, amamentar é um ato que exige muita coragem e dedicação.

Afinal, a mulher precisa se adaptar às mudanças do corpo, às dores do início, a algumas complicações e dificuldades que surgem durante essa trajetória de entrega ao seu filho. Criar uma rede de suporte a todas as lactantes é fundamental para que mais mães consigam amamentar.

Uma rede de apoio é quando pessoas próximas da mãe se preocupam em dar atenção e carinho, contribuir com as tarefas domésticas e auxiliar no que for preciso em relação à criança. 

Isso também inclui o compartilhamento de informações e experiências para que a mãe não se sinta sozinha e não se cobre tanto, principalmente nos casos em que não conseguir amamentar.

Dessa forma, a lactante conseguirá respeitar os próprios limites e ir, no seu ritmo, aprendendo mais sobre a nova condição de mãe e os desafios dessa fase tão especial que é a amamentação. 

Ao se sentir acolhida, é mais fácil fazer as adaptações necessárias para continuar com o aleitamento e, principalmente, ter segurança para desenvolver uma relação de amor com o bebê.

Compartilhe a sua experiência conosco! 

Aproveite também para conferir nossas peças abaixo e até a próxima!

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